Gestão para empresas pequenas de comando dividido
Eu tiro da sua cabeça uma coisa que hoje só você faz. Em duas semanas, tem outra pessoa fazendo — treinada, com o passo a passo montado. Não é relatório.
Conversar 20 minutos, sem custoSem apresentação e sem proposta. Você me conta sua última semana.
Funciona muito bem — até o dia em que essa pessoa vira o gargalo de tudo.
Aí você trabalha doze horas e não sai do lugar. Não tira férias de verdade há anos. Não consegue pensar no negócio porque passa o dia apagando incêndio dentro dele. E quando tenta passar alguma coisa para alguém, volta em duas semanas — porque você passou a tarefa e não passou o como.
Quando o comando é dividido com um sócio, um irmão ou o seu pai, tem uma camada a mais: metade das coisas não é quem faz, é quem decide. Isso nunca foi escrito em lugar nenhum — e é exatamente por isso que tudo volta para vocês dois.
Delegar não é dizer o que fazer. É deixar escrito como se faz.
Quatorze dias, do primeiro café até a coisa saindo das suas costas.
Sem custo e sem compromisso. Se eu achar que não dá para ajudar, eu falo na hora.
Hora por hora, com você. Não é entrevista sobre a empresa — é o que passou pela sua mão de segunda a sexta. Nenhum documento, nenhuma planilha, nenhum dado financeiro.
Tudo que hoje passa por você, em uma página, em ordem. Escolhemos juntos o primeiro item a sair.
O passo a passo escrito, a ferramenta montada — planilha, formulário, ou automação, o que couber — e a pessoa da sua equipe treinada, fazendo com você por perto.
Uma coisa a menos nas suas costas, funcionando.
Inclusos. É quando aparece o primeiro caso que ninguém previu — e é o que impede a tarefa de voltar para você.
Na Grande São Paulo, trabalho presencial. Fora daí, o mesmo trabalho roda por vídeo — a conversa, o mapa e o treino da equipe funcionam bem à distância. A Folha do Processo você imprime aí e me manda uma foto dela afixada no lugar onde a pessoa trabalha. Enquanto ela não estiver na parede, o trabalho não está entregue.
O formato não muda: quatorze dias, um problema, uma coisa funcionando no fim. O que muda é o objeto.
Na conversa de vinte minutos a gente decide qual é o seu. E se eu achar que o seu caso não cabe em quatorze dias, eu falo na hora — e digo o que caberia.
Três das quatro coisas ficam em cima da mesa de alguém, não numa pasta.
Outra pessoa fazendo, já tendo feito sozinha duas ou três vezes com acompanhamento.
Uma página impressa, afixada onde a pessoa trabalha: o passo a passo, o que fazer quando fugir do padrão e quem chamar.
Cinco linhas assinadas: o que ela decide sozinha, o que ela pergunta antes, e o que continua com você.
Uma página com tudo que hoje passa pela sua cabeça, classificado e em ordem de prioridade.
Sem proposta de trinta páginas e sem reunião para descobrir o preço.
R$ 1.800, uma vez só
Metade no começo e metade na entrega. É menos do que meio salário de um funcionário júnior, e não se repete.
A segunda metade só se estiver funcionando. Se no dia 14 a tarefa não saiu das suas costas, você não paga.
Se no fim você quiser continuar tirando uma ou duas coisas da sua cabeça por mês, a gente combina um acompanhamento com o formato e o valor que fizerem sentido para o seu caso. Mas os 14 dias começam e terminam por conta própria — não são isca para contrato.
Filipe Dourado. Há sete anos eu profissionalizo a gestão de uma empresa familiar — a minha.
A IMAEV fabrica alimentadores vibratórios e acessórios para automação industrial em Osasco, desde 1983. Assumi a gestão da empresa em 2019. Sou economista pela Unicamp, com pós-graduação em Administração Industrial na Poli-USP e MBA em Gestão e Liderança na Esalq-USP, e antes da fábrica trabalhei em controladoria de supply chain na Nestlé.
Fiz também o programa de Inovação e Liderança na Gestão de Projetos do ISCTE Executive Education, em Lisboa, e, durante o MBA, uma imersão na Alemanha visitando indústrias por dentro — entre elas BMW, Würth e Kärcher. As três são empresas familiares que cresceram sem deixar de ser familiares. É exatamente essa a pergunta que interessa aqui.
Nada disso me faz especial. O que muda é o que eu já errei — e não vou repetir com você.
Já desenhei processo bonito que travou na primeira exceção. Já instalei reunião semanal que ninguém manteve depois do segundo mês. Já adiei conversa de sucessão achando que era cedo, e descobri que nunca é cedo: só fica mais caro depois. Aprendi os três do jeito caro, na minha própria empresa, com ela funcionando — porque parar não era opção.
Cada um desses erros virou uma parte do jeito que eu trabalho hoje.
Eu já sentei nessa cadeira.
Melhor deixar claro antes da conversa do que depois do contrato.
Vinte minutos, sem custo, sem apresentação e sem proposta anexada. Você me conta como foi a sua última semana e eu te digo, na hora, se dá para tirar alguma coisa das suas costas — e o que seria.
Falar comigo no WhatsAppFilipe Dourado · (11) 98742-1954 · Presencial na Grande São Paulo, remoto no Brasil todo